A
paz, como a desejamos, não é um estado natural. Trata-se do equilíbrio de
tensões e de encontro de opostos. Sua instalação exige construção e
determinação, cujo esforço deve ser contínuo e de exclusiva responsabilidade do
ser humano. O ser humano representa o estado consciente da Natureza e é dele a
busca pela paz interior. O humano, com sua percepção consciente, dá sentido à
Natureza a sua volta. Por ser responsabilidade humana é que torna a paz uma
pessoa. Toda e qualquer pessoa é a paz. Essa pessoa é o leitor que está lendo
este livro, tanto quanto sou eu, que o escrevo. Tudo que ocorre com o ser
humano é para seu crescimento espiritual e, necessariamente, passa pelo esforço
do próprio ser humano. A paz só é possível a partir da pessoa que a deseja. A
paz que se deseja só ocorrerá através da pessoa. A pessoa é a paz e a paz é a
pessoa. Sem se conhecer, sem se descobrir e sem se transformar não é possível
alcançar a paz que se deseja para si e para o mundo.quarta-feira, 12 de julho de 2017
A paz é uma pessoa 2
A
paz, como a desejamos, não é um estado natural. Trata-se do equilíbrio de
tensões e de encontro de opostos. Sua instalação exige construção e
determinação, cujo esforço deve ser contínuo e de exclusiva responsabilidade do
ser humano. O ser humano representa o estado consciente da Natureza e é dele a
busca pela paz interior. O humano, com sua percepção consciente, dá sentido à
Natureza a sua volta. Por ser responsabilidade humana é que torna a paz uma
pessoa. Toda e qualquer pessoa é a paz. Essa pessoa é o leitor que está lendo
este livro, tanto quanto sou eu, que o escrevo. Tudo que ocorre com o ser
humano é para seu crescimento espiritual e, necessariamente, passa pelo esforço
do próprio ser humano. A paz só é possível a partir da pessoa que a deseja. A
paz que se deseja só ocorrerá através da pessoa. A pessoa é a paz e a paz é a
pessoa. Sem se conhecer, sem se descobrir e sem se transformar não é possível
alcançar a paz que se deseja para si e para o mundo.terça-feira, 11 de julho de 2017
A paz é uma pessoa 1
Geralmente
quando pensamos em paz, imaginamos tranquilidade e silêncio exterior, bem como
convivência com pessoas harmoniosas e equilibradas. Para isto, esperamos que as
pessoas façam sua parte na mesma medida que fazemos a nossa. Acreditamos que a
Natureza, em sua complexidade, revela e exala a paz. Porém a Natureza é sempre
dinamismo e movimento, não sendo essencialmente pacífica, pois é selvagem e
exigente. Ninguém imagina que uma floresta seja pacífica, pois os elementos que
nela habitam lutam constantemente pela sobrevivência.segunda-feira, 10 de julho de 2017
Ter paz interior 8
Favorecimento
da paz no outro com palavras, expressões e atitudes diversas que denunciem o
real desejo de que o outro com quem interage esteja em equilíbrio psíquico ou o
alcance. Mesmo quando o outro pareça estar tentando desestabilizar a
comunicação ou obter o desequilíbrio de seu interlocutor, é fator que contribui
para a paz interior quem se ocupa, a qualquer tempo, de que o outro obtenha sua
harmonia pessoal. Contribuir para que as pessoas se tornem pacíficas e
pacificadas favorece um bom estado interior. O eventual desgaste psicológico em
lidar com pessoas pacíficas é menor. Deve-se favorecer o estado de bem-estar e
paz interior das pessoas, o que harmoniza nosso próprio mundo interno. Ela é
fortalecida pela autodeterminação da própria existência e pelo domínio
consciente de suas escolhas quanto ao futuro. A tranquilidade de espírito, ou a
paz interior, decorre de uma consciência sem medos e sem o desejo de atingir negativamente
ou agredir outrem. O bom da vida pressupõe uma satisfação interior, mesmo
ciente da existência natural de tensões e diferenças, que haja paz entre as
pessoas e que a consciência pacificada gera ideias que melhoram as relações
humanas. Experimentar o bom da vida com a consciência em paz oportuniza uma
melhor sintonia com as Forças Superiores da Natureza.domingo, 9 de julho de 2017
Ter paz interior 7
É também fator determinante para se ter paz interior o envolvimento
em atividade geradora de bem-estar coletivo, além de estar trabalhando para a
própria manutenção pessoal. Isto implica em recompensas pessoais pela
participação em atividades em que haja reconhecimento de seu valor na dinâmica
da sociedade. Da mesma maneira, é preciso o engajamento em experiências que gerem
endorfinas para que ocorra o equilíbrio corpo-mente. Estar prestando algum
serviço comunitário gratuito promove uma sensação psicológica de satisfação
íntima, além de contribuir com sua cota de energia em favor da sociedade. O trabalho
remunerado deve também proporcionar não só a recompensa material como também
satisfação e bem-estar pelo fato de contribuir para a dinâmica social. A
sociedade evolui quando todos trabalham para o bem-estar de todos.
sábado, 8 de julho de 2017
Ter paz interior 6
É fator determinante para se ter paz interior a certeza
íntima quanto ao futuro pessoal, baseada na capacidade de vencer desafios e
trabalhar para a consecução dos objetivos desejados. Neste sentido, é
fundamental a autoconfiança e a capacitação para que a motivação conte com o
suporte da competência na própria personalidade. Isto implica no investimento em
si mesmo e em focar o próprio aperfeiçoamento profissional. Nada temer quanto
ao futuro, mas construí-lo, pois a inércia e o derrotismo são premiados com um
sacrifício maior. Esta certeza íntima não deve levar ao conformismo, mas ao não
medo de viver e de superar obstáculos de qualquer natureza.
Extraído do livro O bom da vida.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Ter Paz Interior 5
É fator determinante para se ter paz interior a paciência possível diante das ocorrências da vida, sem ansiedade ou exigências excessivas de tempo ou de pressa para que o que se deseja venha a se realizar. Esta paciência requer a consciência de que há um ritmo pessoal e outro do Universo, que devem ser sincronizados. É importante o cultivo da tolerância aos equívocos alheios para que não se venha a julgar, projetando a própria sombra nos atos dos outros. Paciência implica em saber ouvir, pois exige empatia, que, em primeira análise, é o estado de espírito que nos permite sentir o que o outro sente, colocando-nos em seu lugar. Paciência requer respeito ao outro na sua dignidade e às suas limitações.
Extraído do livro O bom da vida.
Extraído do livro O bom da vida.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Ter paz interior 4
É um fator determinante para se ter paz interior a ausência de medo de viver ou do
que possa lhe ocorrer quanto à saúde, dinheiro, trabalho, relacionamentos ou
qualquer coisa que seja considerada essencial para si mesmo. Esta ausência está
relacionada com uma nova e diferente consideração a respeito da vida, do
destino e do papel de Deus, que inclua a noção de autodeterminação, de autoconfiança
e de resiliência. Significa dizer que a vida com seus eventos deve ser
vivida com equilíbrio e com a certeza de que se trata de uma fase com suas
experiências típicas e naturais. Isso implica na segurança de que tudo que
ocorre tem o propósito de nos fazer aprender algo que nos leve ao encontro do
sentido e significado da vida.quarta-feira, 5 de julho de 2017
Ter paz interior 3
É também um fator determinante para a paz interior, o reconhecimento
total dos próprios equívocos e da parte negativa da personalidade, sem
subterfúgios defensivos para escamoteá-los a si mesmo e, quando necessário,
perante terceiros. Significa assumir quem é, buscando uma vida autêntica e, o
máximo possível, transparente. Isso significa integrar em si próprio o
que considerava pertencente aos outros, até mesmo o que deplora, evitando
julgamentos maniqueístas, entendendo que certo e errado, bem e mal, são
relativos ao meio e à época. Deve-se entender que a palavra mal tem servido
principalmente quando se quer evitar manter contato com o que é desconhecido ou
negado.terça-feira, 4 de julho de 2017
Ter paz interior 2
A
paz, quando conquistada, é inalienável da própria pessoa, não dependendo de
fatores externos, que apenas contribuem sem serem sua exclusiva causa. Quando
uma pessoa integra à consciência a certeza de que seu destino, portanto, tudo
que lhe acontece, tem propósitos superiores que contribuem para sua felicidade,
nada teme nem se deixa perturbar ou perder a paz interior. Ela é decorrente da
consciência tranquila e segura quanto ao futuro. São fatores determinantes para
se ter paz interior:
· Consciência
da imortalidade pessoal, isto é, da não perda de sua integridade psíquica,
independentemente da morte do corpo físico. Esta certeza da imortalidade é baseada
na relação pessoal e direta com Deus, sem o artificialismo dos rituais
primitivos, sem o temor e sem a busca de salvação. Isso implica em não ter medo
da morte, estando consciente de que se trata de um evento importante, mas não o
último. A morte não angustia mais do que a própria vida, pois o depois dela é
apenas uma nova fase de continuidade. A consciência da imortalidade retira as
preocupações com o que se deixa na vida corporal. A paz interior significa
estar conciliado com a morte corporal.
Extraído do livro O bom da vida.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Ter paz interior 1
A paz
interior é a base psicológica sobre a qual se assenta a felicidade pessoal. Uma
consciência em paz permite o acesso ao melhor de si mesmo pela liberdade alcançada
no equilíbrio íntimo da Consciência. O destino do ser humano é ditado pela sua
consciência em paz. A paz é um estado íntimo de tranquilidade e confiança em si
e em Deus, que impulsiona o Espírito para atitudes que promovem a estabilidade e
a harmonia onde se encontra. O bom da vida se apresenta de forma mais intensa e
saudável quando é vivido pela consciência em paz. Ela se inicia no
ambiente doméstico, pois se não a alcançamos junto às pessoas com quem convivemos
será sempre mais difícil com estranho.
Extraído do livro O bom da vida.
domingo, 2 de julho de 2017
Ampliar os limites 3
As
dimensões existenciais da vida são campos de atividades que, quando associadas,
compreendidas na Consciência, promovem um certo grau de satisfação e
aprendizado. Por exemplo, há uma dimensão a que se pode chamar de fraternal, em
cujo campo tecem-se relações de amizade com pessoas. Os diálogos, os
pensamentos, as emoções e as atitudes nas experiências tidas com elas e que
envolvem a construção e a manutenção da amizade, no seu conjunto, constituem essa
dimensão que, quando conscientemente vivida, gera satisfação e proporciona
aprendizagem. Cito como dimensões típicas, embora possa haver muitas outras, a
maternal, a paternal, a familiar, a filial, a emocional, a do lazer, a fraternal,
a psicológica, a religiosa, a espiritual, a sexual, a intelectual, a
profissional, a financeira, a corporal, a estética, a social, a artística, a
criativa, entre outras. Quando se foca o sentido e objetivo do viver em apenas
uma das dimensões, está-se limitando as potencialidades, requisitando muito
mais encarnações para efetivamente apreender as leis de Deus. Ampliar os
próprios limites é viver emocionalmente as experiências da vida em todas as
dimensões possíveis, buscando resolver os conflitos que porventura existam em
seus campos.sábado, 1 de julho de 2017
Ampliar os limites 2
A
consciência focada em um objeto inibe a percepção detalhada de outro, e isso
ocorre em escala maior quando não se apercebe que um exclusivo objetivo futuro
poderá limitar a vida, bem como suas realizações. A vida é um complexo de
experiências multidimensionais, nas quais aprende-se os princípios básicos que
capacitarão o ser humano ao conhecimento efetivo das leis de Deus. Ampliam-se
os próprios limites quando se busca e se está emocionalmente atento às
experiências nas múltiplas dimensões existenciais. Ao vivenciá-las, deve-se
perguntar o que se aprende com seus eventos típicos, isto é, o que se incorpora
ao saber.
Extraído do livro O bom da vida.
Assinar:
Postagens (Atom)

