Lembre-se de que conhecer suas próprias qualidades, evitará exigir reconhecimento de seu valor pessoal. Seja você seu próprio juiz quando fizer algo em favor de alguém, definindo que o faz por querer melhoria de seu equilíbrio interno. Considere que fazer o bem é, antes de tudo, um desejo de harmonizar sua mente, atendendo ao imperativo humano da compaixão e da mitigação de suas próprias necessidades redentoras. Nunca espere gratidão nem reconhecimento por suas atitudes, entendendo que o bem que se faz é oportunidade preciosa de solidificar as próprias habilidades.
Extraído do livro Sabedoria no dia a dia.