Considere suas perdas como diálogos do Divino com você mesmo, visando a percepção de sua própria essência. Não as tome como castigo, mas como distanciamento do objeto de perda para uma melhor percepção de sua íntima natureza. O Personagem, em sua breve história no corpo físico, nada possui além dele, cabendo-lhe a compreensão de sua impermanência e da impossibilidade de reter qualquer coisa que não seja o que se destina ao Espírito. Perdas são pequenas lições para entendimento dos limites que a Vida estabelece para a compreensão de que tudo se passa na intimidade do Espírito.
Extraído do livro Liberdade no dia a dia.