Considere sagrada a religião do outro, evitando qualquer tentativa de doutrinação, mudança de convicções ou disputa pela verdade. Sua religião é sua paz e, quando necessário, pode ser expressa livremente, tanto quanto admite a mesma liberdade por parte do outro. Religiões são caminhos e se prestam a ordenar a mente para que o ser humano perceba o transcendente. Sempre admita a hipótese de que o conhecimento religioso é terreno da fé. Portanto, a razão pode oferecer outras possibilidades de compreensão da realidade.
Extraído do livro Liberdade no dia a dia.
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