Considere que a espiritualidade de uma pessoa é território sagrado a ser respeitado, cabendo-lhe evitar contendas e disputas para não provocar inimizades ou rejeições. Que sua espiritualidade inclua a liberdade de todo ser humano vivenciar sua religião pessoal sem que deva ser doutrinado a mudar. Silencie ante o desejo do outro em desmerecer sua religião ou em querer provar que tem razão. Seja compreensivo quando alguém tentar cooptá-lo para sua religião, considerando tratar-se apenas da tentativa de convencimento pessoal.
Extraído do livro Liberdade no dia a dia.
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