O ser humano é, por ser Espírito, dotado de luz! Independentemente de seu grau de evolução, o caráter de ser iluminado é de sua essência, cuja chama nunca se apaga. Torná-la capaz de iluminar com menor ou maior intensidade é função de seu aprimoramento espiritual, isto é, de sua sabedoria e de sua amorosidade conquistadas dia-a-dia. Sua luz é sua marca, sua natureza e sua condição existencial. O fulcro emissor dessa luminosidade é aquilo que se conecta ao Criador da Vida e algo de constituição inimaginável. Esse ser, que emite a luz que se exterioriza, é o Espírito imortal, razão principal da materialidade à sua volta e senhor do Universo. Sua exteriorização no mundo material é o que a Psicologia denomina de ego. Perceber a luminosidade de cada um, no ego em que se representa é uma arte, cuja denominação é respeito e admiração ao outro. “Brilhe a vossa luz”.
sábado, 20 de agosto de 2011
Iluminação
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Ego e Espírito
Como autêntica manifestação do Espírito, o ego serve-lhe de expressão para o aprendizado necessário em seu primitivo estágio de evolução. É o ego sua atual máxima aquisição para o desenvolvimento de habilidades imprescindíveis ao alcance de suas finalidades superiores. O ego é seu melhor instrumento, no qual projeta suas qualidades a serviço da conexão com a dimensão interexistencial. Ao mesmo tempo que expõe o patamar evolutivo em que se encontra, o Espírito, por ele e com ele, processa sua evolução. O ego é o grande e maravilhoso acontecimento na evolução do Espírito, sendo-lhe, inconscientemente, sua maior obra prima. Propagar sua anulação, menos valia ou inferioridade é desconhecer seu significado. Na noite escura em que situava o Princípio Espiritual, eis que surge o farol luminoso da consciência de si, representado pelo ego, ou eu. Quanto mais, no ego, o Espírito apresentar sua totalidade, maior será sua realização.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Sem precedentes
domingo, 7 de agosto de 2011
Em breves momentos
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Simplesmente...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ser Bom
É desejar o sorriso nos lábios do outro, oriundo da felicidade do encontro. É eliciar a paz no coração de quem lhe compartilha o momento. É superar entraves em benefício coletivo. É tornar leve as relações que estabelece, ampliando os laços afetivos. Sem omitir o equívoco, é torná-lo meio de crescimento pessoal e coletivo. Diante do mal, comportar-se sem alarde, acolhendo-o. É promover a paz onde haja inquietação interior. É olhar para o outro, buscando-lhe a personalidade ótima. Sem omitir sua própria bondade, é sintonizá-la com a do próximo. É abrir o coração, para que a razão lhe compartilhe os conteúdos. É permitir-se canal e instrumento da ação de Deus entre as criaturas, igualando-se a elas. Ser um e, simultaneamente, coletivo, para que sua ação se torne humana. É fazer da caridade seu estado íntimo de sentimento.