Ante expiações vividas por seus entes queridos, ofereça sua escuta silenciosa, sua compaixão ativa e sua disposição em amenizar a ideia de sofrimento culposo. Lembre-se de consolar sem doutrinar, dispondo-se a falar de coração para coração, solidarizando-se com o outro, colocando-se em seu lugar. Acolha sem sufocar, converse evitando considerar aquele que passa pela expiação como vítima ou como se tivesse feito algo para merecer. Seja a pessoa que ouve sem alarde e fala sem monopolizar assuntos em presença de quem vive a expiação.
Extraído do livro Liberdade no dia a dia.
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