
1.
Não se governar pela mentalidade coletiva, tendo total discernimento entre o
senso comum e a própria opinião a respeito de tudo;
2.
Não ter medo absolutamente de nada, principalmente da morte, tendo consciência
plena de sua imortalidade e do valor de sua autoconfiança;
3.
Não aprisionar a ninguém em sentimentos que geram dependência, principalmente
quando o outro se encontra sob sua responsabilidade ou demonstre fragilidade
afetiva;
4.
Ouvir sem julgar, sabendo julgar sem inferiorizar, reconhecendo o valor pessoal,
e do outro, sem o humilhar;
5.
Amar sem reter, sem exigir e com responsabilidade pelo que fomenta no coração do
outro;
6.
Ter sem medo de perder, compreendendo que perder é uma experiência de contato
com a solidão da própria alma;
7.
Alinhar o pensar, com o sentir e com o agir, buscando uma coerência interna indissolúvel
e transparente;
8.
Estabelecer uma relação com o Divino de absoluta liberdade de fazer, dizer e
sentir, sem punições e sem julgamentos morais, pois se sente naturalmente e umbilicalmente
conectado ao seu Criador.
Obrigado pelas palavras irmão Adenáuer e que Deus , nosso Criador amoroso, o ilumine mais ainda, fim nos presentear com essas belas linhas de pensamento saudáveis e iluminativas a todos nós !
ResponderExcluirOs Sistemas de Crenças (simbioses entre culturas e religiões), são alienados do Amor e nos tornam prisioneiros de armadilhas ardilosas que confundem nossas mentes com os seus pensamentos. E pensamos que são nossos (!)... aqueles pensamentos dos tais Sistemas...E essa confusão nos afasta cada vez mais do verdadeiro SENTIR. Apenas se QUER... PENSAR e REALIZAR ,dentro dos padrões permitidos pela nossa Crença vigente.
ResponderExcluirAmarelo.
Se da morte me vejo alva, disposta na amplidão de uma partida em festa,
ResponderExcluircorro a ver o que seria se fosse hoje, como concórdia de uma vida,
acelerada pelo caminho que se faria, na hora de minha ida,
que comove por longa espera, de quem há muito me espera...
A fugir de um coletivo onde só quero as muitas mãos, que nos darão um passo adiante,
nas fragilidades que se equacionam, igualando, de vez em vez, as fortificações,
onde somos irmãos, damos as mãos, acalentamos nos segurando, somos irmãos,
mas somos livres de opinião e não poderemos, na retidão, responder por outro coração!
Quando se fala de amor, me liberto do rancor, da dor, da dependência, da exigência, da correspondência, como uma força que se antagoniza a tudo que é frágil, a fracassar...
e falando ainda de amor, é dividir opiniões e benditas influências, contaminadas ou não, com amores da terra e amores do céu, aceitando a direção de espíritos amorosos e beneméritos, que nem conheço aqui, mas os sinto acolá a me procurar,
sendo embalada pelo ritmo das trocas salutares de sentimentos que não tem explicação.
Onde sei que a vida não se perde, pois alcança por si só o que persegue,
e é transparente quando segue o que é seu, se dissolvendo de amarras que lhe fere,
para surgir radiosa, como sempre se imaginou, como sempre se esperou, dos filhos de um Deus de amor, refletido a todos os corações.