Sempre haverá uma dúvida sobre qualquer certeza. A necessidade do novo sobrepõe-se a toda estagnação. Talvez por isso se explique a criatividade humana. Nada pode obstaculizar o transcendente e o surgimento do que é diferente. O que é igual é morto, portanto inexiste. Ser e fazer diferente é uma motivação para a alma. A consciência de que a força criativa, que brota do interior de cada ser humano, de fato é o que gera o destino, permitiria resoluções profundamente realizadoras na vida. A realidade, externa ao ser humano, representa parcialmente seu mundo interno. O externo é por ele plasmado, e, portanto, a qualquer tempo, poderá ser construído de forma diferente do que sua consciência admite, graças a sua força criativa associada ao Plano Divino. Este último promove alterações também cada vez mais criativas. Tudo que é futuro é melhor que o presente, graças à surpreendente criatividade divina. A sintonia com essa criatividade garante-nos a paz e a harmonia interior.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Criatividade
domingo, 16 de maio de 2010
Tempo
Fiquei um tempo sem postar algo no Blog. Tempo necessário para atender a apelos internos. Reflexões a serem feitas e decisões a serem tomadas. Foi um tempo psicológico, com repercussões no tempo dito real. Tempo em que, pensamentos, ideias e emoções se transformam em construções do Espírito, que marcam para sempre. Ele, o Espírito, é senhor do tempo, temporariamente submetido ao seu ritmo, em face de sua incipiência. É sempre tempo de criar e recriar; de dizer sim e de dizer não para si mesmo; de olhar e não ver, mas de enxergar e despertar; é tempo do nós e do eu; é tempo de ter tempo para a espiritualidade. Os sem-tempo se perdem, pois desconhecem o prazer de sentir, de amar, enfim, de viver. Perder tempo é fugir do sentir. Querer o tempo que passou é não perceber que se é, e sempre se será, dono de todo o tempo. Mais do que isso, muito importante é preencher o tempo psicológico com as coisas que aquecem a alma e impulsionam o Espírito para o encontro com sua máxima razão de existir. Detenhamos a ociosidade que se transforma em falta de sentido.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Psiquismo
sábado, 24 de abril de 2010
Novos Horizontes
sexta-feira, 16 de abril de 2010
A Chama Acesa
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Saudade
domingo, 4 de abril de 2010
Ascensão
sábado, 27 de março de 2010
A luz de Chico
quarta-feira, 17 de março de 2010
Evangelismo
domingo, 14 de março de 2010
Estigmas e identidade do espírito
A identificação do(s) estigma(s) de uma pessoa proporciona uma aproximação do ego com o Si-mesmo. Em termos espirituais, isto significa uma maior possibilidade da aquisição da consciência de que se é um espírito e de qual é a sua singularidade. Quando me refiro a estigma, não quero considerá-la como a palavra ficou marcada, isto é, como a marca a ferro imposta ao escravo, ou como uma chaga, portanto, uma característica negativa, explícita, punitiva ou educativa; mas como uma contingência sob a qual o indivíduo é situado momentaneamente ou durante sua vida, independentemente de sua vontade consciente. Sua identificação como um estigma requer a percepção de totalidade sobre a vida da pessoa em questão, que englobe o inconsciente, a consciência e o meio social, configurando-se uma gestalt. Sua identificação não implica que seja aceita pela pessoa ou que represente algo relevante para ela. É apenas um enquadre terapêutico oportuno à percepção do inconsciente e como ocorre a relação com a consciência. A identificação do estigma oferece uma pista, uma luz, um caminho para o entendimento do mistério da identidade do próprio indivíduo, do espírito em si.