Lidar com pessoas doentes requer paciência para não as vitimizar mais, tampouco alimentá-las com esperanças vãs. É preciso otimismo realista e oferta de bons ouvidos que lhes permitam a liberdade de expressar o que sentem. O doente crônico é alguém que se encontra com o foco da atenção em sua dor, merecendo a oferta de assuntos que possibilitem a retomada dos objetivos da vida. Ouvir o outro em sua dor, oferecendo-lhe a vibração da compaixão, mostrando-lhe a grandeza da Vida, com seus complexos processos de condução do destino, é estar lidando consigo mesmo na dimensão do amor.
Extraído do livro Liberdade no dia a dia.
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