domingo, 20 de agosto de 2017

Amor Impossível 1

Amor Impossível

Jesus nos ensinou que o amor é sempre possível àquele que pensa no bem.

 Se a pessoa que você ama já tem compromisso, evite viver uma relação paralela, que poderá machucar seu coração. Nossos sentimentos comandam nossa vida; deixá-los à deriva é perigo para a própria sobrevivência. Ninguém que se aventura numa relação paralela consegue dela sair sem marcas. Os motivos que levam alguém a tal aventura geralmente se enraízam em vidas passadas.  

Extraído  do livro Amor Sempre.

sábado, 19 de agosto de 2017

Amor sem Adeus 3

Considere que aqueles que você ama se comunicam com você pelas sutis conexões do amor. Os entes queridos, à distância ou desencarnados, nunca deixam de se comunicar. A mediunidade natural nos permite estar sempre em contato com aqueles a quem amamos. Converse, mentalmente, com seus amores que se foram para outra jornada. Fale-lhes de sua saudade, mas não se desespere.  Quem ama continua recebendo as vibrações dos corações que deixou na Terra. Confie no amor que os unirá de novo na Vida Maior.

 Extraído do livro Amor Sempre.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Amor sem Adeus 2

A viagem de alguém é pausa para o crescimento dos que se separaram. Considere que todo afastamento é possibilidade de percepção do outro e de si mesmo. Um belo quadro, como qualquer obra de arte, só pode ser admirado se dele nos afastarmos. Não se lamente pela separação daquele a quem você verdadeiramente ama. Quem ama liberta e deseja o bem para o outro. A ansiedade do reencontro pode nos fazer perder a chance de perceber as mudanças ocorridas no outro, durante o período de afastamento. O amor espera e confia, permitindo-se mudar a cada dia na direção do bem. 

 Extraído do livro Amor Sempre.





quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Amor sem Adeus 1

Amor sem adeus

Jesus nos mostrou que seu amor não teria adeus quando nos afirmou sua presença até o findar dos séculos, prometendo o Consolador para estar sempre conosco.

 Para aqueles que verdadeiramente amam, não existe adeus, mas até logo. Quando o amor está presente, não há partida sem reencontro. A separação de qualquer natureza é vista, por aquele que ama, como uma breve pausa.  A morte, aparente ceifadora de vidas, não consegue separar aqueles que amam. O amor transcende a destruição celular em face da sua natureza espiritual, que não está gravada no corpo, mas na alma. Quando, pela desencarnação, nos separamos daqueles a quem amamos, devemos continuar amando-os a fim de alimentá-los, à distância, com o sentimento que verdadeiramente nutre a vida. Se você tem um parente ou amigo do outro lado da vida e não consegue esquecê-lo, experimente o verdadeiro amor que se vitaliza pela vibração que emite ao outro e pela certeza de sua existência na espiritualidade.

Extraído do livro Amor Sempre.



quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Amor como Linguagem 3

A linguagem do amor é a expressão maior da comunicação do Espírito. Vem da essência da alma e penetra os mais recônditos escaninhos da mente. Os processos psíquicos são facilitados pela linguagem do amor. Cada ser revela uma linguagem própria oriunda do Inconsciente. A linguagem do Inconsciente revela o nível de evolução da criatura. Quanto mais amor dele sair, mais elevada é a alma. O amor, muitas vezes, utiliza-se da linguagem do silêncio para se expressar. Experimente ouvi-la com o coração. Algo de novo acontecerá com você, motivando-o para a realização interior. Quem ama nunca estará só, pois seu amor encontrará ressonância em outros corações. A linguagem do amor tem o dom de fazer o que se diz ou escreve ser mais bonito do que é possível traduzir.

Extraído do livro Amor Sempre.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Amor como Linguagem 2


Antes de falar, deve-se sintonizar com o amor, pois o que se quer dizer sairá com a vibração da harmonia cativante. Os pensamentos, quando elaborados com os requisitos do amor, alcançam as correntes superiores da vida. Quem ama pensa e fala com coerência e harmonia. Cada ser expressa, em linguagem própria, o que lhe vem à mente, de tal forma que sua fala denota a vibração que lhe é característica. Quando nos utilizamos da linguagem do amor, nossa expressão se transforma em luz; nossa fala transforma-se em fonte por onde jorra a linfa que produz a vida.

 Extraído do livro Amor Sempre;

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Amor como Linguagem 1

Amor como linguagem

Jesus nos ensinou a linguagem do amor através do Sermão do Monte.

O amor expressa em si uma forma de comunicação específica. A linguagem do amor é universal. Quem dela se utiliza nunca estará sozinho. Quem ama se comunica com a Natureza, com o Universo e com Deus. Se na sua fala você colocar o amor, ela será audível a todos e por muito tempo. Esse foi um dos motivos por que o Cristo conseguiu, sem nada escrever, que sua mensagem ecoasse até hoje.

Extraído do livro Amor Sempre.
                                                                                                    

domingo, 13 de agosto de 2017

Amor e Família 3

Nem sempre renascemos e permanecemos com os pais biológicos que nos colocaram no corpo físico. A vida nos situa onde necessitamos aprender. A família ou os pais que temos são aqueles que merecemos e aos quais devemos, para sempre, o amor com que nos receberam. Quando recebemos, como nossos, os filhos que não geramos, assumimos o papel de colaboradores de Deus em sua obra, amando pelo princípio do amor sem limites. Valorizemos a vida em família, pois ela nos leva à percepção de nós mesmos. Remete-nos à necessidade de amar os que conosco convivem. Ela ainda é uma necessidade do nosso momento evolutivo.


Extraído do livro Amor Sempre.

sábado, 12 de agosto de 2017

Amor e Família 2

Pessoas que se reúnem pela afinidade e sintonia em torno de objetivos superiores formam as famílias espirituais, cujos laços não se desfazem com a morte do corpo.     Espíritos que juntos viajam em sucessivas existências renascem numa mesma família, com novos propósitos de crescimento. O membro que se afastou para nova jornada recebe o auxílio daqueles que ficaram. O retorno a uma nova existência não separa os que verdadeiramente se amam e confiam no Criador. As aversões ocorridas nos relacionamentos familiares, quando não decorrem de ações havidas em outras encarnações, geralmente refletem as influências espirituais a que se sujeitam aqueles que não agem com amor e o estágio evolutivo de cada um. Conviver é um aprendizado que temos de encetar em favor de nós próprios.



 Extraído do livro Amor Sempre.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Amor e Família 1

Amor e família

O Cristo nos deu o exemplo de família quando nos convidou a entendê-la como universal, cujos membros são aqueles que fazem a vontade do Pai.

A família é o núcleo central da sociedade moderna. É nela que os amores se encontram e reencontram. O amor é ali testado e sentido na mais alta intensidade. A família proporciona o encontro dos sentimentos controvertidos do passado, transformando-os em amor no presente. É na família que aprendemos as mais puras lições do amor de Deus, representado no amor de mãe. Sua estrutura básica alicerça-se no amor. Sua origem deveu-se não só à necessidade de proteção como também do Espírito de vivenciar suas emoções e ligar-se às pessoas por quem nutria um amor embrionário.


 Extraído do livro Amor Sempre.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Amor Espiritual 3

O amor promove o encontro com o espiritual. Permite ao ser humano experimentar sua verdadeira natureza. Quando o amor penetra o coração do ser humano, ele passa a transitar na esfera do Espírito, abdicando de sua natureza animal. É nesse momento que ele amplia sua percepção da realidade, ressignificando sua condição humana. A morte não separa os corações que verdadeiramente se amam. A morte não mata as emoções; apenas transforma o corpo, permitindo ao Espírito elevar-se em busca do amor espiritual. Amar em espírito é amar em plenitude. Amar aquele que se foi, levado pela morte, é continuar vivendo em favor da própria vida. O amor espiritual é o amor sem adeus. Não há destruição, mas breve separação. Não há perda, mas esperança de reencontro adiante.  O Espírito sopra onde quer. Seu sopro é o amor que emula em favor da vida na busca incessante de si mesmo. Sua marca é o rastro de amor, que deixa por onde passa.  

 Extraído do livro Amor Sempre.



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Amor Espiritual 2

O amor espiritual não se detém nas contingências materiais, atingindo a essência do ser eterno. O tempo não afeta o amor profundo, cujo passar finca raízes na alma que sabe esperar.  Às vezes pensamos que o amor que nos falta se encontra à nossa espera do outro lado da vida. Permitimos, com esse pensamento, que a tristeza se abata sobre nós. Mesmo que esse amor esteja do outro lado da vida, não devemos acreditar que ele deva ser empecilho para que a felicidade se coloque ao nosso alcance. O amor espiritual que momentaneamente esteja separado pelas vibrações dos dois planos, mais tarde, poderá ser reencontrado, independente dos rumos que tomou em existências precedentes. A separação atual se deve a circunstâncias educativas para ambos.


Extraído do livro Amor Sempre 2

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Amor Espiritual 1


Jesus permanece conosco como o amor espiritual de nossas vidas e como aquele que soube exemplificá-lo enquanto encarnado. Quem, em essência, ama, ama o Espírito. Se o amor for verdadeiro, ele se alegra com a felicidade do outro. Quem ama alguém deve aprender a libertá-lo de sua posse. O verdadeiro amor permite que o outro encontre seu caminho, mesmo ao longe. É o amor que eleva o ser humano espiritualmente. Quem sai do primitivismo das sensações inferiores e alcança a capacidade de amar verdadeiramente inicia seu processo de elevação espiritual.


Extraído do livro Amor Sempre. 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Amor a si mesmo 3

Amar-se é fundamental para o crescimento pessoal em face dos desafios da convivência com o outro. Deus não nos fez aos pares e nem clones uns dos outros. Conviver, portanto, é desafiar o sentido intrínseco da individualidade. O caminho para o amor a si mesmo é a observação de suas próprias atitudes e dos reflexos que elas causam nos outros. O outro é um espelho vivo para o conhecimento que precisamos ter sobre nós mesmos Não se entregue à desvalorização de si mesmo. Não permita que forças ocultas penetrem no seu psiquismo e o coloquem como a última das criaturas. Para Deus, cada um de nós é alguém em especial. O amor a si mesmo é conscientizado no amor-próprio, que nos coloca em condições de viver liberto de relações estagnantes que nos anulam na vida.

Extraído do livro Amor Sempre.

domingo, 6 de agosto de 2017

Amor a si mesmo 2

A depressão advém da não aceitação de si mesmo como se é, além de um alto nível de exigência em relação às atitudes pessoais. Geralmente essa depressão vem quando o indivíduo tem pena de si próprio e acredita que há uma injustiça contra sua vida. Ele espera que alguém o observe e o ajude a sair da situação em que se encontra, como se fosse uma criança que espera ansiosamente o colo de mãe. Os sentimentos depressivos em geral aliam-se aos de incapacidade de lidar com suas imperfeições, com sua sombra. A percepção de seus próprios defeitos, amando-se no nível de evolução em que se encontra, é passo decisivo para a saída do conflito depressivo.


 Extraído do livro Amor Sempre.

sábado, 5 de agosto de 2017

Amor a si mesmo 1

Amor a si mesmo


Jesus demonstrou o amor a si mesmo quando renunciou a ferir, imolando-se em favor da Humanidade e pela equivalência entre suas atitudes e suas palavras. O amor a si mesmo é essencial para o equilíbrio psíquico do ser humano na Terra. Sua harmonia vital só é possível graças ao amor que se autodedica. Amar a si mesmo é perceber-se como ser no mundo. Quem não se ama acaba por morrer, acreditando que a vida não tem sentido.  Aceitar-se é condição fundamental para a continuidade da coesão interna do ser pensante. O aparelho psíquico humano utiliza-se da libido (energia psíquica) para sua dinâmica e ela se alimenta do amor do Eu Superior a si mesmo. Amar-se é autovalorizar-se sem exceder-se no culto à própria personalidade. Essa valorização pressupõe a aceitação de si mesmo com suas virtudes e defeitos; aceitar-se como pessoa, percebendo seus limites e possibilidades.

Extraído do livro Amor Sempre.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Amor à Vida 3

Amar é abrir uma janela para a vida. É despertar do sono letárgico em que se vive. É sair do casulo das paixões inferiores e entregar-se ao divino. É perceber-se um com Deus e com o outro. O amor é a essência do Universo. Sua constituição íntima é o amor. No amor está a síntese da vida. Ela só tem sentido quando formos capazes de perceber o amor. Em tudo observamos a presença do amor. Ele se manifesta como energia mantenedora da vida. A vida dedicada ao amor é a vida plena. A vida entregue ao amor é a vida completa. Não se entregue a outra coisa na qual não possa perceber o amor pleno. Se sua vida foi dedicada ao amor, tenha certeza de ter cumprido sua tarefa na Terra. Quem ama explode em viver. Vive em alegria e alegra-se em existir. Transborda em compreensão, em afeto, em autopercepção e hetero-percepção.  Viver não significa ser conhecido ou ter notoriedade na sociedade. Muitos alcançam o estrelato sem terem crescido verdadeiramente. A verdadeira vitória é a que encetamos contra nossas más inclinações. É considerado vitorioso quem vence a si mesmo.


 Extraído do livro Amor Sempre,

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Amor à Vida 2

Quando o amor comanda a vida, ela se faz plena de realizações nobres, não se deixando contaminar pelo pessimismo e derrotismo característicos daqueles que abandonaram o caminho do Bem. Há momentos sublimes na vida que marcam para sempre uma pessoa. Tais momentos alcançam o ser humano nas vibrações do amor. Quando isso ocorre, há o enriquecimento daquele que o experimenta. Jamais esquecemos aquilo em que colocamos a energia do amor. A carga afetiva que adicionamos aos fatos da vida nos acompanhará para sempre na intensidade que determinarmos.

Extraído do livro Amor Sempre.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Amor à Vida 1

Amor à vida

Jesus deu sua vida em favor e
por amor à vida.
 Amar a vida é sentir-se ligado ao divino, ao espiritual, ao transcendente. A vida é uma melodia de amor que ecoa por toda parte. Ame a vida, pois é nela que você existe. O amor de Deus não nos permite dela nos ausentar. Não se tem mais de uma vida. Ela é única e eterna. Valorize-a por você e por Deus. Viver é uma arte. É uma construção estética do espírito. Viver em paz consigo mesmo é viver bem com o outro. Todos somos convidados a viver com o outro e, nesse convívio, aprendemos a viver bem conosco. O outro é sempre um espelho positivo em que enxergamos o negativo que existe dentro de nós mesmos.
Extraído do livro Amor Sempre.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Amor a Deus 3

O amor é a viva expressão de Deus no coração humano. As várias nuances do amor representam a diversidade dos tipos humanos. Sua variabilidade está na mesma proporção das singularidades humanas. Não há um amor igual ao outro. O amor existe em função de Deus e Ele nos fez criaturas singulares. O amor a Deus é o amor da esperança e da confiança na Sua manifestação e presença em toda a Natureza. A oração, revestida na fé e na confiança em Deus, constitui uma das formas de amá-Lo. É através dela que renovamos as esperanças e a confiança em Deus. Quem tem o hábito de orar fortalece seus laços de ligação com o Criador da vida.

Extraído do livro Amor Sempre.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Amor a Deus 2


Amar a Deus é trabalhar pela Sua obra. É descobrir Seus objetivos e construir sua vida naquele sentido. Amar a Deus é viver em sociedade, sem necessitar isolar-se da participação na construção e aperfeiçoamento de Sua obra. É conviver com seus pares participando da vida, sem dela ausentar-se sob pretexto algum. Viver a vida é amar a Deus. Amar a Deus é amar toda expressão da Natureza, toda a Criação, tudo o que existe. Em todas as coisas, mesmo as mais abomináveis, há sempre uma expressão divina inacessível ao olhar superficial.
Extraído do livro Amor Sempre.

domingo, 30 de julho de 2017

Amor a Deus 1

Amor a Deus
Jesus, por amor a Deus,
tornou-se Um com Ele.
A vida tem como causa o amor de Deus. Deus fez o ser humano à sua imagem e semelhança, por e com amor. A essência do ser humano é o amor de Deus. A evolução da criatura humana é sua própria e imprescindível descoberta do amor. Do amor que é, cujos adjetivos e definições pouco ou nada lhe acrescentam. Amar a Deus, autoamar-se e amar ao próximo são os caminhos do crescimento na Terra. Não há ninguém esquecido, sem amor, na obra da Criação.


Extraído do livro Amor Sempre.

sábado, 29 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 7

O sutil contato mediúnico dos entes queridos que se transferiram para a Pátria Espiritual com os que ainda se encontram no corpo físico, que ocorre naturalmente, independentemente das crenças e dos preceitos religiosos, promove a esperança, a confiança em Deus e o desejo intenso de viver. Este contato, ansiado e desejado por todos, é uma das experiências que compõem o bom da vida.

Extraído do livro O bom da vida. 

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 6

O contato com Espíritos desencarnados com o intuito de aprender e de ampliar o próprio discernimento sobre o significado da vida fortalece o equilíbrio mental, mediando a relação entre a Consciência e o Inconsciente, trazendo sempre harmonia interior. Pela perda do medo infantil de Espíritos desencarnados e pela ausência de mitificações quanto ao que é e ao que contém a dimensão espiritual, o contato mediúnico representa uma atualização psíquica que permite ao ser humano se perceber imortal. Este contato torna o bom da vida ainda melhor e mais transcendente, para que sejam experimentadas novas e superiores emoções.





Extraído do livro O bom da vida. 

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 5

O bom da vida contempla a busca pelas conexões sutis mente-a-mente, que produzem segurança, ausência de medos e senso de pertencimento às correntes transcendentes do Universo. Pela via da mediunidade, o Espírito acessa o que há de mais atual na Espiritualidade, antecipando-se ao senso comum e ao pensamento coletivo. Graças a este acesso, coloca-se na vanguarda do saber, bem como encontra meios de viver o bom da vida sem culpas religiosas, eliminando os medos infantis.


 Extraído do livro O bom da vida.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 4

Contatos espirituais pela via da mediunidade quando envolvidos pelo amor, tendo por base a alteridade e sempre que visem a boa relação entre as pessoas envolvidas, promovem a sensação de ampliação da consciência e de profunda conexão com a Vida. Estes contatos permitem a percepção da grandeza do Criador em possibilitar a continuidade existencial humana. Quanto mais o ser humano toma consciência de sua imortalidade no convívio com seres espirituais desencarnados, melhor percebe o sentido e significado de sua existência.

Extraído do livro O bom da vida.



Estabelecer conexões mediúnicas 3

A vida na matéria é parte da vida espiritual, sendo campo de manifestação das potencialidades que o Espírito traz de suas várias encarnações. Nas experiências vividas, o Espírito estabelece diferentes relações afetivas, gerando necessidade de contato com seus entes queridos, mesmo quando se encontram em dimensão existencial distinta. Graças à mediunidade, a comunicação se estabelece, aproximando os corações, ampliando as consciências e promovendo a interligação entre os Espíritos. Quando estas relações ocorrem trazendo paz e felicidade, é possível experimentar-se o bom da vida como um presente da Divindade para a criatura humana.


Extraído do livro O bom da vida.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 2

Estabelecer contatos conscientes com mentes desencarnadas que se situem em planos elevados, cujas ideias estejam na faixa do bem comum e da paz individual e coletiva, proporciona a sensação do êxtase místico que revela a transcendência da vida e do destino humano. Trata-se de uma sensação agradável de bem-estar com consequente sentimento de pertencimento a algo maior e mais próximo do Divino. A mediunidade é superior faculdade da alma que conecta o Espírito a sua dimensão de essência, fazendo sentir-se em consonância com sua verdadeira natureza.


Extraído do livro O bom da vida.

domingo, 23 de julho de 2017

Estabelecer conexões mediúnicas 1

A mente humana é um canal de comunicação sempre disponível ao contato, emitindo e recebendo informações que a fazem participar da dinâmica universal. À mente, conectam-se outras de diferentes dimensões, que se associam por sintonia e pelo desejo do estabelecimento de contato e entendimento. Quando mais maduro, o Espírito direciona sua mente para ligações com outras que lhe possam fazer crescer e adiantar-se espiritualmente, não se detendo em relações psíquicas inferiores. Quando o Espírito experimenta o bom da vida, mantém-se em comunhão com as Mentes Superiores que governam os destinos humanos, acessando o que há de melhor e mais adequado para sua evolução.


 Extraído do livro O bom da vida.

sábado, 22 de julho de 2017

Fazer o bem 8

Pode-se fazer o bem por julgar que o outro seja moralmente merecedor, como também não o fazer, baseando-se no critério de que a pessoa apresenta um caráter duvidoso ou imoral; em ambos os casos, passível de equívoco pelo risco da projeção da sombra, o julgamento moral se torna o critério para a ação no bem. Pode-se também fazer o bem a alguém considerando que esse alguém necessita de um exemplo para que se erga espiritual ou materialmente. Este critério, mesmo partindo de uma racionalização, pode ser útil a si próprio e aos envolvidos na ação pelo bem. O princípio geral da ação no bem deve conter o desejo íntimo de se tornar uma pessoa bondosa, de minorar o sofrimento do outro e construir uma sociedade mais fraterna e feliz. O bom da vida se amplia quando se tem a consciência em paz pelo bem que é proporcionado ao outro e a todas as pessoas, sem qualquer limite ou critério que exclua ou discrimine alguém.

 Extraído do livro O bom da vida.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Fazer o bem 7

Fazer ou não o bem de acordo com o julgamento pessoal sobre o merecimento do outro, mesmo sendo uma racionalização do ato de bondade, não deixa de ser meritório. Fazer o bem é um ato que pode ser antecedido por muitas construções de ideias. Antes de sua execução há quem julgue o merecimento do outro baseando-se no que entende ser o melhor para seu destino. Este julgamento deve sempre incluir a ideia de que todos merecem não sofrer.


Extraído do livro O bom da vida.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Fazer o bem 6

Fazer o bem como escolha ante o desejo impulsivo de agir de forma contrária requer amadurecimento emocional e senso de propósito, a fim de que não se descarregue no outro o próprio mundo sombrio. A raiva gerada pela contrariedade ante a atitude de alguém pode desencadear o surgimento da sombra, qual fantasma que se movimenta nos subterrâneos da psiquê humana, muitas vezes de forma autônoma. Quem vive o bom da vida já aprendeu que as polaridades do mal e do bem convivem mutuamente na dinâmica psíquica, requerendo discernimento e respeito aos seus significados.


Extraído do livro O bom da vida.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Fazer o bem 5

O bem emana do sistema de valores adotado pelo ser humano, em consonância com sua percepção do Divino, cujo entendimento pode gerar culpa e consequente sofrimento tanto quanto libertação da consciência, resultando na felicidade. Esse sistema, ao criar o bem, elabora seu contrário por força do automatismo psíquico que sempre forja toda construção oposta à atitude consciente. Nasce, portanto, o mal como opção a não ser aceita nas escolhas da vida, permanecendo como elemento subliminar, inconsciente e disponível ao eu da Consciência. A atitude contrária ao bem permanece como um fantasma que ronda sussurrando o ego, necessitando ser compreendida como inerente ao sistema psíquico criado. Perder o medo deste mal contribui para não o projetar externamente, principalmente não o atribuindo a outra pessoa. O bem da vida não exclui a existência do mal, não o exprobra sumariamente nem se angustia com sua permanência na intimidade da alma.


Extraído do livro O bom da vida.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Fazer o bem 4

Não resta dúvida quanto a importância do espelhamento de atitudes, principalmente na infância, referentes ao bem. É fantástico como se multiplicam como uma grande árvore frondosa que espalha seus galhos em direção ao céu. O bem se capilariza de forma sutil, pois nem sempre quem percebe a atitude bondosa de alguém é capaz de avaliar como o gesto afeta seu mundo íntimo e sua disposição para algo semelhante. O gesto nobre e desprendido de alguém, de forma alquímica, atinge as bases psíquicas que geram novas ideias e intenções, influenciando as disposições e atitudes de quem dele foi alvo, ou lhe assistiu. O bom da vida também atinge e contamina quando é compartilhado.


Extraído do livro O bom da vida.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Fazer o bem 3

A prática do bem, mesmo quando em obediência a um preceito religioso ou como imitação ao gesto de alguém, favorece a proximidade do eu da Consciência com experiências estruturadas pelo arquétipo da bondade. O indivíduo é tocado pelo natural desejo de se sentir bem e de obedecer ao princípio da ajuda mútua e da divina caridade, a qual brota espontaneamente da intimidade de cada ser humano. O bom da vida é buscado pelo Espírito como quem sente o desejo de que algo de bem ocorra em sua existência, promovendo o encontro do seu sentido e significado.



Extraído do livro O bom da vida. 

domingo, 16 de julho de 2017

Fazer o bem 2

A consciência do significado do bem e a natural intenção de realizá-lo predispõem o indivíduo, pelo bem-estar que promovem, a se sentir capaz de vivenciar o melhor que a vida pode oferecer. Este sentimento advém da certeza de que a prática do bem conecta o Espírito ao que considera transcendente e ao que denomina Deus. Surge, então, um estado de espírito que irradia, perdurando por bom tempo, uma aura de paz e de autoconfiança. Quando se pratica o bem, o efeito se assemelha a uma oração que sintoniza a criatura ao Criador.


Extraído do livro O bom da vida. 

sábado, 15 de julho de 2017

Fazer o bem 1

O bem é tudo que produz desenvolvimento e evolução ao Espírito. Realizá-lo para si e para o próximo é princípio da mais simples filosofia de viver, regra que produz bem-estar e que favorece as relações humanas, bem como uma boa comunicação interpessoal. Alcançar o bom da vida pressupõe a compreensão do significado da palavra bem, que resume a disposição de promover o equilíbrio do sistema de relações em que o indivíduo está inserido, por força da necessidade que alguém apresente.


Extraído do livro O bom da vida. 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A paz é uma pessoa 4

A paz não se faz apenas com palavras ou com medidas exteriores de contenção, mas principalmente com o coração voltado para o amor e para a Vida. A paz na consciência permite a conquista de tudo quanto possa produzir bem-estar ao ser humano. Quando uma pessoa se determina a viver em paz consigo mesmo e com seu semelhante, deve sempre considerar que terá de lidar com forças internas antagônicas que lhe exigirão dissolver tudo quanto construiu de barreiras para impedir o conflito com o mundo. Não há paz possível sem a percepção de que o grande obstáculo do ser humano se encontra em sua ignorância quanto a si mesmo e ao sentido real de sua existência.



Extraído do livro O bom da vida. 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A paz é uma pessoa 3

Pacificar-se é também pacificar o mundo a sua volta. A grande maioria das pessoas acredita que o dinheiro e saúde são suficientes para se ter paz e ser feliz. Dinheiro e a saúde são bens importantes, porém não significam tudo; o dinheiro conseguido pelo trabalho digno é um bem pessoal e coletivo. Saúde num corpo bem cuidado garante um grande bem-estar. Ter dinheiro tanto quanto ter uma boa saúde não conseguem levar o ser humano à felicidade se ele não tiver a consciência em paz. A saúde e o dinheiro não se transferem de uma vida a outra, mas a paz sim, pois é um bem inalienável.


Extraído do livro O bom da vida.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A paz é uma pessoa 2

A paz, como a desejamos, não é um estado natural. Trata-se do equilíbrio de tensões e de encontro de opostos. Sua instalação exige construção e determinação, cujo esforço deve ser contínuo e de exclusiva responsabilidade do ser humano. O ser humano representa o estado consciente da Natureza e é dele a busca pela paz interior. O humano, com sua percepção consciente, dá sentido à Natureza a sua volta. Por ser responsabilidade humana é que torna a paz uma pessoa. Toda e qualquer pessoa é a paz. Essa pessoa é o leitor que está lendo este livro, tanto quanto sou eu, que o escrevo. Tudo que ocorre com o ser humano é para seu crescimento espiritual e, necessariamente, passa pelo esforço do próprio ser humano. A paz só é possível a partir da pessoa que a deseja. A paz que se deseja só ocorrerá através da pessoa. A pessoa é a paz e a paz é a pessoa. Sem se conhecer, sem se descobrir e sem se transformar não é possível alcançar a paz que se deseja para si e para o mundo.


Extraído do livro O bom da vida.

terça-feira, 11 de julho de 2017

A paz é uma pessoa 1

Geralmente quando pensamos em paz, imaginamos tranquilidade e silêncio exterior, bem como convivência com pessoas harmoniosas e equilibradas. Para isto, esperamos que as pessoas façam sua parte na mesma medida que fazemos a nossa. Acreditamos que a Natureza, em sua complexidade, revela e exala a paz. Porém a Natureza é sempre dinamismo e movimento, não sendo essencialmente pacífica, pois é selvagem e exigente. Ninguém imagina que uma floresta seja pacífica, pois os elementos que nela habitam lutam constantemente pela sobrevivência.



Extraído do livro O bom da vida.


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Ter paz interior 8

Favorecimento da paz no outro com palavras, expressões e atitudes diversas que denunciem o real desejo de que o outro com quem interage esteja em equilíbrio psíquico ou o alcance. Mesmo quando o outro pareça estar tentando desestabilizar a comunicação ou obter o desequilíbrio de seu interlocutor, é fator que contribui para a paz interior quem se ocupa, a qualquer tempo, de que o outro obtenha sua harmonia pessoal. Contribuir para que as pessoas se tornem pacíficas e pacificadas favorece um bom estado interior. O eventual desgaste psicológico em lidar com pessoas pacíficas é menor. Deve-se favorecer o estado de bem-estar e paz interior das pessoas, o que harmoniza nosso próprio mundo interno. Ela é fortalecida pela autodeterminação da própria existência e pelo domínio consciente de suas escolhas quanto ao futuro. A tranquilidade de espírito, ou a paz interior, decorre de uma consciência sem medos e sem o desejo de atingir negativamente ou agredir outrem. O bom da vida pressupõe uma satisfação interior, mesmo ciente da existência natural de tensões e diferenças, que haja paz entre as pessoas e que a consciência pacificada gera ideias que melhoram as relações humanas. Experimentar o bom da vida com a consciência em paz oportuniza uma melhor sintonia com as Forças Superiores da Natureza.


 Extraído do livro O bom da vida.

domingo, 9 de julho de 2017

Ter paz interior 7

É também fator determinante para se ter paz interior o envolvimento em atividade geradora de bem-estar coletivo, além de estar trabalhando para a própria manutenção pessoal. Isto implica em recompensas pessoais pela participação em atividades em que haja reconhecimento de seu valor na dinâmica da sociedade. Da mesma maneira, é preciso o engajamento em experiências que gerem endorfinas para que ocorra o equilíbrio corpo-mente. Estar prestando algum serviço comunitário gratuito promove uma sensação psicológica de satisfação íntima, além de contribuir com sua cota de energia em favor da sociedade. O trabalho remunerado deve também proporcionar não só a recompensa material como também satisfação e bem-estar pelo fato de contribuir para a dinâmica social. A sociedade evolui quando todos trabalham para o bem-estar de todos.


Extraído do livro O Bom da Vida.

sábado, 8 de julho de 2017

Ter paz interior 6

É fator determinante para se ter paz interior a certeza íntima quanto ao futuro pessoal, baseada na capacidade de vencer desafios e trabalhar para a consecução dos objetivos desejados. Neste sentido, é fundamental a autoconfiança e a capacitação para que a motivação conte com o suporte da competência na própria personalidade. Isto implica no investimento em si mesmo e em focar o próprio aperfeiçoamento profissional. Nada temer quanto ao futuro, mas construí-lo, pois a inércia e o derrotismo são premiados com um sacrifício maior. Esta certeza íntima não deve levar ao conformismo, mas ao não medo de viver e de superar obstáculos de qualquer natureza.

Extraído do livro O bom da vida.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Ter Paz Interior 5

É fator determinante para se ter paz interior a paciência possível diante das ocorrências da vida, sem ansiedade ou exigências excessivas de tempo ou de pressa para que o que se deseja venha a se realizar. Esta paciência requer a consciência de que há um ritmo pessoal e outro do Universo, que devem ser sincronizados. É importante o cultivo da tolerância aos equívocos alheios para que não se venha a julgar, projetando a própria sombra nos atos dos outros. Paciência implica em saber ouvir, pois exige empatia, que, em primeira análise, é o estado de espírito que nos permite sentir o que o outro sente, colocando-nos em seu lugar. Paciência requer respeito ao outro na sua dignidade e às suas limitações.

 Extraído do livro O bom da vida.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Ter paz interior 3

É também um fator determinante para a paz interior, o reconhecimento total dos próprios equívocos e da parte negativa da personalidade, sem subterfúgios defensivos para escamoteá-los a si mesmo e, quando necessário, perante terceiros. Significa assumir quem é, buscando uma vida autêntica e, o máximo possível, transparente. Isso significa integrar em si próprio o que considerava pertencente aos outros, até mesmo o que deplora, evitando julgamentos maniqueístas, entendendo que certo e errado, bem e mal, são relativos ao meio e à época. Deve-se entender que a palavra mal tem servido principalmente quando se quer evitar manter contato com o que é desconhecido ou negado.


 Extraído do livro O bom da vida.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ter paz interior 2

A paz, quando conquistada, é inalienável da própria pessoa, não dependendo de fatores externos, que apenas contribuem sem serem sua exclusiva causa. Quando uma pessoa integra à consciência a certeza de que seu destino, portanto, tudo que lhe acontece, tem propósitos superiores que contribuem para sua felicidade, nada teme nem se deixa perturbar ou perder a paz interior. Ela é decorrente da consciência tranquila e segura quanto ao futuro. São fatores determinantes para se ter paz interior:
· Consciência da imortalidade pessoal, isto é, da não perda de sua integridade psíquica, independentemente da morte do corpo físico. Esta certeza da imortalidade é baseada na relação pessoal e direta com Deus, sem o artificialismo dos rituais primitivos, sem o temor e sem a busca de salvação. Isso implica em não ter medo da morte, estando consciente de que se trata de um evento importante, mas não o último. A morte não angustia mais do que a própria vida, pois o depois dela é apenas uma nova fase de continuidade. A consciência da imortalidade retira as preocupações com o que se deixa na vida corporal. A paz interior significa estar conciliado com a morte corporal.

Extraído do livro O bom da vida.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Ter paz interior 1

A paz interior é a base psicológica sobre a qual se assenta a felicidade pessoal. Uma consciência em paz permite o acesso ao melhor de si mesmo pela liberdade alcançada no equilíbrio íntimo da Consciência. O destino do ser humano é ditado pela sua consciência em paz. A paz é um estado íntimo de tranquilidade e confiança em si e em Deus, que impulsiona o Espírito para atitudes que promovem a estabilidade e a harmonia onde se encontra. O bom da vida se apresenta de forma mais intensa e saudável quando é vivido pela consciência em paz. Ela se inicia no ambiente doméstico, pois se não a alcançamos junto às pessoas com quem convivemos será sempre mais difícil com estranho.

Extraído do livro O bom da vida.