Viver apenas buscando o sucesso financeiro ou intelectual, sem horizontes espirituais efetivos para o depois da morte parece ser o principal problema que leva o ser humano a sutilmente apresentar os sintomas do transtorno. Instala-se uma certa neurose de desempenho, na qual o individuo se vê na obrigação de corresponder a exigências culturais que não o levam a resolver o enigma da vida. Viver passa a ser uma obrigação pesada e difícil, pois não consegue atender às exigências que lhe são feitas e que brotam de dentro de si mesmo. É comum as pessoas serem acometidas de outros transtornos associados, tais como: Depressão, Síndrome de Pânico, Transtornos de Ansiedade e Transtornos Obsessivos. Ocorre em ambos os sexos, inicia-se na fase adulta jovem, a partir dos 21 anos, é mais comum na meia-idade e nas classe sociais A, B e C. Apresenta-se em quatro tipos: a) com estagnação funcional; b) com retraimento social; c) com sintomas orgânicos de baixa imunidade; e, d) com alto nível de ansiedade. O transtorno é sutil, de diagnóstico difícil, com buscas frequentes a médicos, com recorrência constante a parceiros e com hábitos e desejos intensos em presentear-se. É comum a pessoa apresentar dificuldade, desde a juventude, em se definir profissionalmente e em consolidar uma relação amorosa. Em alguns casos nota-se dificuldades em submeter-se a provas e testes profissionais.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Transtorno de Deficit de Sentido da Vida II
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Renovação pela Reencarnação
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Dê um passo atrás
Quando for para desculpar-se
Quando for para auxiliar alguém
Quando não quiser cair
Quando precisar mudar de posição
Quando necessitar de apoio para avançar
Quando tiver que ceder em favor do bem
Quando a vida mostrar que o degrau detrás é mais seguro
Quando a humildade requeira
Quando o amor assim o solicitar.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Transtorno de Deficit de Sentido da Vida
A característica comum desse transtorno é a perda do interesse pela vida e a redução dos horizontes pessoais. A dificuldade em vencer desafios e a estagnação são observados como fatores preponderantes para a instalação do transtorno. A busca pela religião como forma de resolver os problemas parece constante, mas ineficaz em face da intensidade da crise. Os sintomas são observáveis a partir de sessenta dias, muito embora possa ser, em certos casos, em tempo menor. Por outro lado, esse tempo pode se dilatar, levando anos para que se tenha uma precisão maior no diagnóstico. Estressores típicos: fracassos amorosos, financeiros e intelectuais; perda de entes queridos; traumas graves; casar; separar-se dos pais; assumir grande responsabilidade; doenças crônicas; educação infantil deficitária; traumas etc.. Sintomas típicos: perda do interesse em viver; constatação de que a vida se resume a meras repetições de obrigações e afazeres; redução no desempenho cognitivo; comprometimento no desempenho profissional; redução nos horizontes da vida; angústia persistente; medo de viver; medo de ficar só (sem parceiro); saudade de algo desconhecido; perda do senso de pertencimento; nostalgia recorrente; baixa estima; vontade constante de morrer. Tratamento: psicoterapia baseada na consciência de que se é um Espírito imortal.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Penso que...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Salvador sofre...
Como sofre a cidade que adotei como morada e que tenho prazer em viver! Sofrimento por falta de muitas coisas: falta paz, um bom serviço de saúde, boas escolas, bons parques, boas praças, vias públicas limpas, um bom sistema de transporte etc.. Se falta tanta coisa deve sobrar outras tantas. Sobram: violência, doenças, analfabetismo, estresse, caos urbano etc.. Sobra também um povo acolhedor e capaz de vencer muitos desafios. Há um desafio a ser vencido: a inércia frente ao tamanho dos problemas. Precisamos dar um passo à frente, superando antigos modos de proceder e de agir para com o patrimônio público, aprendendo a conservá-los. Temos que aprender a exercer a cidadania, ensinando-a nas escolas, sobretudo públicas. Temos que considerar a importância da educação infantil. Adotar a política de “Nenhum a Menos”, isto é, nenhuma criança fora da escola. Implicar o programa Bolsa família com a frequência obrigatória à escola, dos filhos até o ensino fundamental. A escola deve informar, em tempo real, a frequência ao programa. Instituir a educação em dois turnos. A criança deve entrar na escola às oito horas e só sair às dezessete horas. Deveríamos promover um amplo debate sobre educação e sobre cidadania. Deveríamos deixar de sofrer...